A Prefeitura de Anápolis e o Ministério da Justiça acertaram nesta quarta-feira, 8, parceria para a execução de três projetos que vão revolucionar o setor da segurança pública e da defesa social no município. Os projetos, que serão implantados ainda em 2009, versam sobre monitoramento de pontos estratégicos da cidade através de câmeras de vídeo, a construção de três unidades da Central Integrada de Defesa Social e a construção do novo Centro de Inserção Social (presídio).
O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto, recebeu os projetos das mãos do prefeito Antônio Roberto Gomide, na reunião realizada no 3º andar do edifício sede do Ministério da Justiça, em Brasília, ao lado do deputado federal Rubens Otoni e do secretário estadual de Segurança Pública, Ernesto Roller. A intenção da administração municipal é beneficiar-se dos recursos provenientes do Pronasci – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, do Governo Federal, que prevê investimentos de mais de R$ 6 bilhões até 2012.
O gerente de projetos da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Daniel Felipe Diniz Adorni, responsável pela elaboração dos projetos, que também participou da reunião no Ministério da Justiça, revelou que, para a implementação do sistema de monitoramento em vídeo, devem ser investidos cerca de R$ 6 milhões. O projeto prevê a instalação de 44 câmeras em locais estratégicos de Anápolis, não apenas na região do centro comercial, mas também nas saídas da cidade.
O prefeito Antônio Roberto Gomide falou ao secretário-executivo do Ministério da Justiça da importância de implantação das unidades da Central Integrada de Defesa Social. Pelo menos R$ 1 milhão serão investidos na construção de cada unidade, que abrigará alojamentos, salas para a Polícia Judiciária e a Defesa Social, programas sociais, Ordem dos Advogados do Brasil, assistente social e psicólogo, entre outros. O prefeito assegurou que a Prefeitura vai disponibilizar todas as forças necessárias para viabilizar os projetos apresentados.
O monitoramento por vídeo, segundo o secretário Ernesto Roller, pode representar redução da ordem de 80 por cento no índice de criminalidade no setor onde o equipamento for instalado. Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto mostrou-se sensibilizado pelo interesse de Anápolis na execução dos projetos na área de segurança. “Estamos recompondo nosso orçamento para este ano, temos recursos disponíveis para viabilizar os projetos e, avaliando a qualidade dos projetos apresentados pelo prefeito de Anápolis, temos condições de implantá-los ainda este ano”, disse o secretário-executivo.
A construção de um novo Centro de Inserção Social também foi colocado como prioridade na reunião. O deputado federal Rubens Otoni enfatizou a necessidade em agilizar o projeto do novo presídio. “Esta é uma questão importante para Anápolis. A situação atual é insuportável. A cadeia atual tem capacidade para 60 presos e conta hoje com mais de 320 reeducandos”, lembrou o parlamentar. O prefeito Antônio Roberto Gomide revelou que a Prefeitura de Anápolis disponibilizou três áreas para a Secretaria de Segurança Pública, fator imprescindível para a elaboração do projeto que será encaminhado ao Ministério da Justiça.
Desenvolvido pelo Ministério da Justiça, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) marca uma iniciativa inédita no enfrentamento à criminalidade no país. O projeto articula políticas de segurança com ações sociais; prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão das estratégias de ordenamento social e segurança pública.
Entre os principais eixos do Pronasci destacam-se a valorização dos profissionais de segurança pública; a reestruturação do sistema penitenciário; o combate à corrupção policial e o envolvimento da comunidade na prevenção da violência. Para o desenvolvimento do Programa, o governo federal investirá R$ 6,707 bilhões até o fim de 2012.
Além dos profissionais de segurança pública, o Pronasci tem também como público-alvo jovens de 15 a 24 anos à beira da criminalidade, que se encontram ou já estiveram em conflito com a lei; presos ou egressos do sistema prisional; e ainda os reservistas, passíveis de serem atraídos pelo crime organizado em função do aprendizado em manejo de armas adquirido durante o serviço militar.
Para garantir a realização das ações no país serão celebrados convênios, contratos, acordos e consórcios com estados, municípios, organizações não-governamentais e organismos internacionais.
O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto, recebeu os projetos das mãos do prefeito Antônio Roberto Gomide, na reunião realizada no 3º andar do edifício sede do Ministério da Justiça, em Brasília, ao lado do deputado federal Rubens Otoni e do secretário estadual de Segurança Pública, Ernesto Roller. A intenção da administração municipal é beneficiar-se dos recursos provenientes do Pronasci – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, do Governo Federal, que prevê investimentos de mais de R$ 6 bilhões até 2012.
O gerente de projetos da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Daniel Felipe Diniz Adorni, responsável pela elaboração dos projetos, que também participou da reunião no Ministério da Justiça, revelou que, para a implementação do sistema de monitoramento em vídeo, devem ser investidos cerca de R$ 6 milhões. O projeto prevê a instalação de 44 câmeras em locais estratégicos de Anápolis, não apenas na região do centro comercial, mas também nas saídas da cidade.
O prefeito Antônio Roberto Gomide falou ao secretário-executivo do Ministério da Justiça da importância de implantação das unidades da Central Integrada de Defesa Social. Pelo menos R$ 1 milhão serão investidos na construção de cada unidade, que abrigará alojamentos, salas para a Polícia Judiciária e a Defesa Social, programas sociais, Ordem dos Advogados do Brasil, assistente social e psicólogo, entre outros. O prefeito assegurou que a Prefeitura vai disponibilizar todas as forças necessárias para viabilizar os projetos apresentados.
O monitoramento por vídeo, segundo o secretário Ernesto Roller, pode representar redução da ordem de 80 por cento no índice de criminalidade no setor onde o equipamento for instalado. Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto mostrou-se sensibilizado pelo interesse de Anápolis na execução dos projetos na área de segurança. “Estamos recompondo nosso orçamento para este ano, temos recursos disponíveis para viabilizar os projetos e, avaliando a qualidade dos projetos apresentados pelo prefeito de Anápolis, temos condições de implantá-los ainda este ano”, disse o secretário-executivo.
A construção de um novo Centro de Inserção Social também foi colocado como prioridade na reunião. O deputado federal Rubens Otoni enfatizou a necessidade em agilizar o projeto do novo presídio. “Esta é uma questão importante para Anápolis. A situação atual é insuportável. A cadeia atual tem capacidade para 60 presos e conta hoje com mais de 320 reeducandos”, lembrou o parlamentar. O prefeito Antônio Roberto Gomide revelou que a Prefeitura de Anápolis disponibilizou três áreas para a Secretaria de Segurança Pública, fator imprescindível para a elaboração do projeto que será encaminhado ao Ministério da Justiça.
Desenvolvido pelo Ministério da Justiça, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) marca uma iniciativa inédita no enfrentamento à criminalidade no país. O projeto articula políticas de segurança com ações sociais; prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão das estratégias de ordenamento social e segurança pública.
Entre os principais eixos do Pronasci destacam-se a valorização dos profissionais de segurança pública; a reestruturação do sistema penitenciário; o combate à corrupção policial e o envolvimento da comunidade na prevenção da violência. Para o desenvolvimento do Programa, o governo federal investirá R$ 6,707 bilhões até o fim de 2012.
Além dos profissionais de segurança pública, o Pronasci tem também como público-alvo jovens de 15 a 24 anos à beira da criminalidade, que se encontram ou já estiveram em conflito com a lei; presos ou egressos do sistema prisional; e ainda os reservistas, passíveis de serem atraídos pelo crime organizado em função do aprendizado em manejo de armas adquirido durante o serviço militar.
Para garantir a realização das ações no país serão celebrados convênios, contratos, acordos e consórcios com estados, municípios, organizações não-governamentais e organismos internacionais.

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