Em séculos de revoluções, ficamos emocionados ao ver a profunda mudança ocorrida na vida das mulheres. Reconhecida por sua força e ousadia, a mulher fez e faz história, percorrendo novas posições, rompendo obstáculos e preconceitos. Lutando por espaço na sociedade e reivindicando direitos ao voto, igualdade social, mercado de trabalho e direitos trabalhistas.
Em 08 de março de 1857, as mulheres foram às ruas da cidade de Nova Iorque em defesa de melhorias no ambiente de trabalho e por melhores salários. No Brasil, a partir de 1885, através da voz feminina de Nísia Floresta, abolicionista, republicana e feminista, surgiram os primeiros registros de denuncias contra a condição de desprezo com que era vista a educação das mulheres. No ano de 1917, paralelo a Primeira Mostra da Arte Moderna, acontece a primeira passeata exigindo a implantação do voto feminino no Brasil. Implantação que vem se tornar realidade, 15 anos depois no Governo Getúlio Vargas.
Nas ultimas décadas, houve avanços importantes para a consolidação de políticas públicas para as mulheres no Brasil. Criação de Centros para coibir a violência, Conselhos para traçar políticas públicas, Programa de Atenção à Saúde da Mulher, Delegacias de Atendimento Especializado e a Lei Maria da Penha.
No governo Lula, a Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres, vem implantando programas e ações que tem como princípios básicos a defesa da igualdade e da diversidade, a autonomia e a universalidade das políticas públicas, garantindo o acesso aos direitos sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais para todas as mulheres brasileiras.
Em Anápolis, o poder executivo reconhece a responsabilidade do município e encaminha a essa casa:
O projeto de lei que estende de quatro para seis meses o período da licença-maternidade para as servidoras públicas municipais garantindo maior tempo entre mãe e filho no período da amamentação.
Criação da diretoria da mulher priorizando programas sociais, direitos e a defesa feminina.
Na Câmara Municipal de Anápolis, nós vereadoras e vereadores, devemos trabalhar na elaboração de projetos de leis para inclusão de recursos nos Planos Plurianuais e nas Leis de Diretrizes Orçamentárias e implantação de políticas públicas para as mulheres na nossa cidade.
Nosso desafio é garantir que as diferentes secretarias do poder executivo articulem políticas que fortaleçam a cidadania, efetivando as mulheres como agentes prioritárias de desenvolvimento e transformação da sociedade.
Quero neste dia de homenagem, propor uma nova bandeira de luta. A luta por mais creches. Lutar por mais creches é lutar pelo direito à cidadania e ao trabalho. As creches significam dar mais possibilidade às mulheres, principalmente, as de baixa renda de ocuparem seu espaço no mercado de trabalho, como também, oferecer aos seus filhos um ambiente saudável e educativo.
Convido os parlamentares dessa casa, o setor privado, associações de moradores, Ong’s e sociedade civil para juntos com Antônio Roberto Gomide e o deputado federal Rubens Otoni pleitearmos junto ao Governo federal, através do Programa Pró Infância, verbas para resolver a demanda criada com o aumento da população de mulheres e crianças em nosso município.
Homenageio aqui mulheres como Tarsila do Amaral e Anita Malfatti, que tomaram frente do Movimento Modernista no Brasil. Princesa Izabel, que por três oportunidades governou o Brasil, períodos que foram assinadas leis importantes como a Lei do Ventre Livre e a Lei da Abolição da Escravatura no Brasil. Maria Quitéria, heroína da Guerra da Independência.. Anita Garibaldi que lutou pela unificação e libertação da Itália. As missionárias, Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce, notáveis pelas suas obras de caridade aos pobres e necessitados. À padroeira da França, Joanna d’ Arc, heroína da Guerra dos Cem Anos. Chiquinha Gonzaga, a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil e autora da primeira marcha carnavalesca ( Ô Abre Alas). À Cora Coralina poetiza das ruas e becos da Cidade de Goiás. A lendária, Santa Dica, mulher de força política que idealizou a Cidade dos Anjos, uma terra livre, onde todos dividiam tudo e viviam pela fé na região da cidade histórica de Pirenópolis. A índia cristianizada da nação Kaiapó, Damiana da Cunha, que lutou pela paz entre índios e brancos na região de São José de Mossâmedes, no estado de Goiás. A historiadora, Haydée Jayme, que muito contribui para a memória do povo anapolino. Laurentina Murici de Medeiros, Dona Loló, poetiza e fundadora da União Literária de Anápolis.
Abraço à Meirivan Pereira, nossa Meire, que contribui incansavelmente com o Partido dos Trabalhadores para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.
Dedico carinho especial a minha mãe, Dona Lourdes, por todo o ensinamento por ela deixado. A minha filha Larissa por sua delicadeza e amizade. E as minhas irmãs, Dinália, Dinalourdes, Dinamar, Dinalva e Dinalma pela parceria, amor e compreensão.
Finalizando aqui minha homenagem, na pessoa de Anita Otoni Gomide, dona Anita, mulher, esposa e mãe de grandes lideranças políticas da cidade de Anápolis e do estado de Goiás, parabenizo todas as mulheres anapolinas. Mulheres que nos dão alimento, colo, saúde e educação. Mulheres pilares da estrutura familiar e de uma sociedade pacífica. Mulheres guerreiras e ousadas, que buscam dentro do seu interior força para transformar e buscar um mundo melhor para todos nós.
Em 08 de março de 1857, as mulheres foram às ruas da cidade de Nova Iorque em defesa de melhorias no ambiente de trabalho e por melhores salários. No Brasil, a partir de 1885, através da voz feminina de Nísia Floresta, abolicionista, republicana e feminista, surgiram os primeiros registros de denuncias contra a condição de desprezo com que era vista a educação das mulheres. No ano de 1917, paralelo a Primeira Mostra da Arte Moderna, acontece a primeira passeata exigindo a implantação do voto feminino no Brasil. Implantação que vem se tornar realidade, 15 anos depois no Governo Getúlio Vargas.
Nas ultimas décadas, houve avanços importantes para a consolidação de políticas públicas para as mulheres no Brasil. Criação de Centros para coibir a violência, Conselhos para traçar políticas públicas, Programa de Atenção à Saúde da Mulher, Delegacias de Atendimento Especializado e a Lei Maria da Penha.
No governo Lula, a Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres, vem implantando programas e ações que tem como princípios básicos a defesa da igualdade e da diversidade, a autonomia e a universalidade das políticas públicas, garantindo o acesso aos direitos sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais para todas as mulheres brasileiras.
Em Anápolis, o poder executivo reconhece a responsabilidade do município e encaminha a essa casa:
O projeto de lei que estende de quatro para seis meses o período da licença-maternidade para as servidoras públicas municipais garantindo maior tempo entre mãe e filho no período da amamentação.
Criação da diretoria da mulher priorizando programas sociais, direitos e a defesa feminina.
Na Câmara Municipal de Anápolis, nós vereadoras e vereadores, devemos trabalhar na elaboração de projetos de leis para inclusão de recursos nos Planos Plurianuais e nas Leis de Diretrizes Orçamentárias e implantação de políticas públicas para as mulheres na nossa cidade.
Nosso desafio é garantir que as diferentes secretarias do poder executivo articulem políticas que fortaleçam a cidadania, efetivando as mulheres como agentes prioritárias de desenvolvimento e transformação da sociedade.
Quero neste dia de homenagem, propor uma nova bandeira de luta. A luta por mais creches. Lutar por mais creches é lutar pelo direito à cidadania e ao trabalho. As creches significam dar mais possibilidade às mulheres, principalmente, as de baixa renda de ocuparem seu espaço no mercado de trabalho, como também, oferecer aos seus filhos um ambiente saudável e educativo.
Convido os parlamentares dessa casa, o setor privado, associações de moradores, Ong’s e sociedade civil para juntos com Antônio Roberto Gomide e o deputado federal Rubens Otoni pleitearmos junto ao Governo federal, através do Programa Pró Infância, verbas para resolver a demanda criada com o aumento da população de mulheres e crianças em nosso município.
Homenageio aqui mulheres como Tarsila do Amaral e Anita Malfatti, que tomaram frente do Movimento Modernista no Brasil. Princesa Izabel, que por três oportunidades governou o Brasil, períodos que foram assinadas leis importantes como a Lei do Ventre Livre e a Lei da Abolição da Escravatura no Brasil. Maria Quitéria, heroína da Guerra da Independência.. Anita Garibaldi que lutou pela unificação e libertação da Itália. As missionárias, Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce, notáveis pelas suas obras de caridade aos pobres e necessitados. À padroeira da França, Joanna d’ Arc, heroína da Guerra dos Cem Anos. Chiquinha Gonzaga, a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil e autora da primeira marcha carnavalesca ( Ô Abre Alas). À Cora Coralina poetiza das ruas e becos da Cidade de Goiás. A lendária, Santa Dica, mulher de força política que idealizou a Cidade dos Anjos, uma terra livre, onde todos dividiam tudo e viviam pela fé na região da cidade histórica de Pirenópolis. A índia cristianizada da nação Kaiapó, Damiana da Cunha, que lutou pela paz entre índios e brancos na região de São José de Mossâmedes, no estado de Goiás. A historiadora, Haydée Jayme, que muito contribui para a memória do povo anapolino. Laurentina Murici de Medeiros, Dona Loló, poetiza e fundadora da União Literária de Anápolis.
Abraço à Meirivan Pereira, nossa Meire, que contribui incansavelmente com o Partido dos Trabalhadores para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.
Dedico carinho especial a minha mãe, Dona Lourdes, por todo o ensinamento por ela deixado. A minha filha Larissa por sua delicadeza e amizade. E as minhas irmãs, Dinália, Dinalourdes, Dinamar, Dinalva e Dinalma pela parceria, amor e compreensão.
Finalizando aqui minha homenagem, na pessoa de Anita Otoni Gomide, dona Anita, mulher, esposa e mãe de grandes lideranças políticas da cidade de Anápolis e do estado de Goiás, parabenizo todas as mulheres anapolinas. Mulheres que nos dão alimento, colo, saúde e educação. Mulheres pilares da estrutura familiar e de uma sociedade pacífica. Mulheres guerreiras e ousadas, que buscam dentro do seu interior força para transformar e buscar um mundo melhor para todos nós.

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